Diga-me se o arcoíris tem cores vivas.
Para eu compará-lo as cores do meu coração.
Não me interrompas se estiver contando às estrelas
Os desafios da solidão.
Não me iludiria com coisas vãs, tão tolas
Se empiricamente conhecesse as dores
As quais se rompem tal qual pisadas em secas flores
O desafio da Uníão.
Perdão!
Não vejo estradas, nem caminhos
Nem afagos, nem carinhos
Que de longe ou tão pertinho
Não nos faça perdir, perdão!







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